Archive for the ‘Poesia’ Category

O tempo

Posted: 30th outubro 2015 by Denys Presman in Filosofia, Poesia
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Tweet Tento entender o tempo, mas ele está sempre a minha frente. Olho pra trás e já passou. Sigo adiante. Ainda falta. Paro um instante, respiro. Entendo por um segundo. Passa. Foge logo. Longe. Já é amanhã. Depois de amanhã. Depois de depois de amanhã. E de repente volta, pra desespero, o ontem. Que me faz […]

O eu

Posted: 17th maio 2011 by Denys Presman in Crônicas, Poesia

Tweet Tenho andado meio em primeira pessoa. Isso não é feio, nem bonito, nem certo, nem errado. Apenas é. Em alguns momentos, a regra de escrever o mundo em terceira pessoa precisa ser quebrada. Senão a realidade escapa e a gente para de sentir. O eu nem sempre é individualista. Estar em primeira pessoa não […]

Pensamento

Posted: 6th maio 2011 by Denys Presman in Crônicas, Poesia
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Tweet Sentado à beira da praia. Pensava. Pensava. Seu pensamento ia longe. E pensava que os pensamentos o podiam levar para qualquer canto. Pensava e pensando não havia limitações. Pensava e pensando não havia onde não pudesse ir. De repente parou. E pensou. E pensando viu que escolhia sempre ir ao mesmo lugar: até ela […]

Um refil pelo amor de Deus

Posted: 10th março 2011 by Denys Presman in Poesia
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Tweet Um passo a frente, um passo atrás, a vida humana não me satisfaz. Mas não ando com as pernas, ando com as letras. Os meus lábios são canetas que assinam uma confissão. Ainda não, ainda não. Faltou tinta.   * Denys Presman é apenas jornalista e brasileiro. Gostou? Comenta, compartilha, divulga! Tweet

Esvaziar o passado

Posted: 21st fevereiro 2011 by Denys Presman in Crônicas, Poesia
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Tweet As coisas nem sempre são como aparentam. A escuridão dificulta a visão. E quando a gente está sozinho, não tem com quem trocar impressões sobre o que está vendo. Com tempo, o escuro  cega.  Só resta chorar, lubrificar a vista.  Perceber que a frente há uma estrada de tijolos amarelos. Chorar é coisa de […]

Rascunho de uma poesia

Posted: 8th fevereiro 2011 by Denys Presman in Poesia
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Tweet Instintivamente, escrevo Com a caneta, num rascunho num rascunho que,  antes vazio, agora borrado, contempla a minha rasura. São apenas poucos garranchos manchando e pim pintando o papel branco com vida. O pobre rascunho é Que sonha virar arte final, Um papel branco borrado Muitas vezes subestimado Mas com uma chance sem igual. O […]

Lição de escrita

Posted: 23rd janeiro 2011 by Denys Presman in Poesia
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Tweet É assim que se escreve poesia: No escuro, no vazio. A beleza do mundo é deixada de lado. Os pensamentos se perdem no nada. E sozinho se caminha por aí. * Denys Presman é  jornalista e brasileiro Gostou? Comenta, compartilha, divulga! Tweet

Poesia

Posted: 11th janeiro 2011 by Denys Presman in Poesia
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Tweet A poesia hoje  não veio. Faltou o trabalho. O poeta será descontado. O poeta ficou desorientado. O poeta não escreveu. Vai ver que a poesia morreu * Denys Presman é apenas jornalista e brasileiro. Gostou? Comenta, compartilha, divulga! Tweet

Paixão de poesia

Posted: 2nd janeiro 2011 by Denys Presman in Poesia
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Tweet Ah! Meu poeta sozinho, que não findou seu caminho, já não está tudo tão claro? Até certo ponto é primário. Não há porque ser solitário. Morrer na estrada. Faz pouco caso das letras… das palavras… Chore, sim, sem lágrimas… Sorria sem dentes, ou com eles, amarelados, pouco contentes. Mas mesmo moribundo, pedindo por água, […]

Morte na estrada

Posted: 2nd janeiro 2011 by Denys Presman in Poesia
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Tweet O poeta sozinho morreu na estrada. Não quis viver, desfez-se de letras e palavras, chorou sem lágrimas, sorriu sem dentes, castrou a mão e não findou o percurso. O poeta sozinho não completou o caminho. Negou-se a vida, desfez-se de emoção e sentimento só ficando com desilusão e tormento. Chorou sem lágrimas, sorriu sem […]