Archive for the ‘Poesia’ Category

A Flamenguista

Posted: 13th julho 2020 by Denys Presman in Futebol, Poesia
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Tweet Simples, Nunca vi ela sorrindo. Mas ela vibra. Sim, ela guarda, Ela corrói, Sente e explode. Intensa, de uma vez só… Aos 43 minutos do segundo tempo. Pra que o sorriso? É o ai Jesus! Mas no canto da boca, Na curva do lábio, no ângulo. Maroto, Escondido, Tem um riso. É o maior […]

E por falar em saudade…

Posted: 14th maio 2019 by Denys Presman in Poesia
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Tweet por Denys Presman Sabe o significado de saudade?Não é fácil, nem simples.É um vazio no peito e uma coceira na mente.É olhar e não ver. Mas sentir que estava ali.Perceber um cheiro, ouvir uma voz que não existe naquele momento.Ver uma miragem e torcer pra não evaporar.É esvaziar um pouco a vida.É desejar.A saudade […]

O tempo

Posted: 30th outubro 2015 by Denys Presman in Filosofia, Poesia
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Tweet Tento entender o tempo, mas ele está sempre a minha frente. Olho pra trás e já passou. Sigo adiante. Ainda falta. Paro um instante, respiro. Entendo por um segundo. Passa. Foge logo. Longe. Já é amanhã. Depois de amanhã. Depois de depois de amanhã. E de repente volta, pra desespero, o ontem. Que me faz […]

O eu

Posted: 17th maio 2011 by Denys Presman in Crônicas, Poesia

Tweet Tenho andado meio em primeira pessoa. Isso não é feio, nem bonito, nem certo, nem errado. Apenas é. Em alguns momentos, a regra de escrever o mundo em terceira pessoa precisa ser quebrada. Senão a realidade escapa e a gente para de sentir. O eu nem sempre é individualista. Estar em primeira pessoa não […]

Pensamento

Posted: 6th maio 2011 by Denys Presman in Crônicas, Poesia
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Tweet Sentado à beira da praia. Pensava. Pensava. Seu pensamento ia longe. E pensava que os pensamentos o podiam levar para qualquer canto. Pensava e pensando não havia limitações. Pensava e pensando não havia onde não pudesse ir. De repente parou. E pensou. E pensando viu que escolhia sempre ir ao mesmo lugar: até ela […]

Um refil pelo amor de Deus

Posted: 10th março 2011 by Denys Presman in Poesia
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Tweet Um passo a frente, um passo atrás, a vida humana não me satisfaz. Mas não ando com as pernas, ando com as letras. Os meus lábios são canetas que assinam uma confissão. Ainda não, ainda não. Faltou tinta.   * Denys Presman é apenas jornalista e brasileiro. Gostou? Comenta, compartilha, divulga! Tweet

Esvaziar o passado

Posted: 21st fevereiro 2011 by Denys Presman in Crônicas, Poesia
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Tweet As coisas nem sempre são como aparentam. A escuridão dificulta a visão. E quando a gente está sozinho, não tem com quem trocar impressões sobre o que está vendo. Com tempo, o escuro  cega.  Só resta chorar, lubrificar a vista.  Perceber que a frente há uma estrada de tijolos amarelos. Chorar é coisa de […]

Rascunho de uma poesia

Posted: 8th fevereiro 2011 by Denys Presman in Poesia
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Tweet Instintivamente, escrevo Com a caneta, num rascunho num rascunho que,  antes vazio, agora borrado, contempla a minha rasura. São apenas poucos garranchos manchando e pim pintando o papel branco com vida. O pobre rascunho é Que sonha virar arte final, Um papel branco borrado Muitas vezes subestimado Mas com uma chance sem igual. O […]

Lição de escrita

Posted: 23rd janeiro 2011 by Denys Presman in Poesia
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Tweet É assim que se escreve poesia: No escuro, no vazio. A beleza do mundo é deixada de lado. Os pensamentos se perdem no nada. E sozinho se caminha por aí. * Denys Presman é  jornalista e brasileiro Gostou? Comenta, compartilha, divulga! Tweet

Poesia

Posted: 11th janeiro 2011 by Denys Presman in Poesia
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Tweet A poesia hoje  não veio. Faltou o trabalho. O poeta será descontado. O poeta ficou desorientado. O poeta não escreveu. Vai ver que a poesia morreu * Denys Presman é apenas jornalista e brasileiro. Gostou? Comenta, compartilha, divulga! Tweet