Tweet por: Denys Presman Engraçada! Sim, é dela o “sorriso-riso”, rindo de bobeira da bobeira própria ou alheia. Engraçado mesmo é quem não sorri de volta. Não é rir. É sorrir. Pois o gracejo dela encanta. Nutre aversão tímida a elogios. E assim, cora. Vermelha, responde com sua essência: com risos. Provavelmente nervosos. Entende […]
Posts Tagged ‘mulheres’
Descrição
Posted: 9th janeiro 2026 by Denys Presman in PoesiaTags: amor, declaração, mulher, mulheres, paixão, relacionamento
Tweet por: Denys Presman Tudo é você.Do gosto do café ao gol do Flamengo.Do cheiro do orvalho, da terra molhada, da água salgada, da areia batida e da batida coco.É você.É rio, é mar, é choro e sorriso. É riso, as vezes nervoso.É mata, é densa, cerrada, intensa.Felina, é natureza que arranha.É vento que venta […]
Tweet por: Denys Presman Moça, mulher, maravilhosa… mimo muito. Adorável, admirável, arriscaria abraçar acaloradamente, a apertar, a amigar… amantes amigam, acredite.Rindo?Jeitosa, justifica juras… já já juro. Ostento otimismo, ouso. Romântico, rabisco roteiros radiantes. Idealizo instantes.Ela é encantadora, exuberante, e eu especialista em elogiar eloquentemente… ela. Tweet
Tweet Não é como as outras. Acreditem! Ouso dizer que nunca vi ninguém mais bela. Serena. Ela gosta do privado, do tranquilo. Isso é o jeito dela, o charme dela! Oro para que nunca mude. Na real? O que faz dela especial, única… é porque ela voa. Meu Deus, ela não se limita apenas a […]
A Flamenguista
Posted: 13th julho 2020 by Denys Presman in Futebol, PoesiaTags: Flamengo, flamenguista, futebol, mulheres
Tweet Simples, Nunca vi ela sorrindo. Mas ela vibra. Sim, ela guarda, Ela corrói, Sente e explode. Intensa, de uma vez só… Aos 43 minutos do segundo tempo. Pra que o sorriso? É o ai Jesus! Mas no canto da boca, Na curva do lábio, no ângulo. Maroto, Escondido, Tem um riso. É o maior […]
Um pouco de Sade
Posted: 9th março 2011 by Denys Presman in Filosofia, teatroTags: cunhada, homem, marquês, mulheres, Sade, sadismo, sexo, teatro
Tweet O texto abaixo é uma passagem da peça “Sade, o Marquês”, de Denys Presman.(De 1996). Inspirado no livro de Guy Endore “Sade – O santo diabólico” Clique aqui para ler a peça na íntegra. (Em cena, Madame Montreuil – sogra do Marquês de Sade; o Marquês de Sade; e Anne – cunhada do […]
Me engana que eu gosto
Posted: 17th fevereiro 2011 by Denys Presman in CrônicasTags: engano, homens, mentira, mulheres, politicamente incorreto, relacionamento, sexo, vida
Tweet Uma coletânea com as maiores mentiras da humanidade – Eu tenho namorado – Vou dar uma volta para comprar chope. – Um gole de chope me deixa doida – Só te quero como amiga. – É bonitinha? – Ela é simpática! – Isso nunca me aconteceu antes! – Namorado de amiga minha é mulher! […]
A burocracia do beijo
Posted: 9th fevereiro 2011 by Denys Presman in CrônicasTags: beijos, burocracia, cantada, crônica, mulheres
Tweet É, beijos, tenho que falar de beijos…. beijos, beijos, beijos, beijos, beijos, beijos. Beijos complicados, burocráticos. Isso me lembra uma história. Era uma praça. Pessoas passavam, pombos voavam, os passarinhos cantavam e lá no fundo… no fundo… um banco, eu e uma moça. – Querida, já é terceira vez que a gente saí junto. […]
A bela morena de olhos verdes
Posted: 16th janeiro 2011 by Denys Presman in CrônicasTags: crônica, morena, mulheres, puc, rio de janeiro
Tweet A bela morena de olhos verdes, aquela que circula pelo Pilotis da PUC espalhando sorrisos e deixando a todos, inclusive o próprio Kennedy, boquiabertos, veio em minha direção. Parou na minha frente e me dirigindo à palavra (sim, é verdade, falou comigo. Fiquei tremulo.), com um toque de sensualidade e tom de imposição , […]
Anos depois: a mesma morena de olhos verdes
Posted: 16th janeiro 2011 by Denys Presman in CrônicasTags: bobeira, casualidade, crônica, homens, morena, mulheres, puc
Tweet Sim, é verdade. Sou um bobo. E os bobos estão sempre mais sujeitos as casualidades. Pois eis que, hoje, andando pelo centro do Rio, me esbarro logo com quem? Com ela novamente. A tal morena de olhos verdes. Aquela que deixava todo mundo louco e de boca aberta. Ela vinha andando distraída, como se […]