Tweet Por Denys Presman Lá no alto daquele céu havia uma lua.Fria, nua e crua.E, de repente, por pura fantasia.Inerente a sua magia.Sob sua inspiração se fez luar.Me fez voar.Entendo a sua. Estou na sua.E pela rua, vejo, brilha a lua.Sou a lua. Tweet
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Chuva
Posted: 6th fevereiro 2026 by Denys Presman in Crônicas, PoesiaTags: filosofia, pensamento, poesia, vida
Tweet Por Denys Presman Limpa chuva.Leve abaixoJunto com o meu choro, com as minhas queixas,O mundo que não me pertence mais. Leve morro abaixo.Aterre sentimentos com fundação frágil.Escorra pelos canteiros e valas as sujeiras que fizeram comigo.Despeje no fundo do oceano para que a Rainha do Mar cuide de mim. Chova quando necessário.Chova desavisada, sem […]
Tweet Por Denys Presman Sem juras por hoje.Juro!Deixo o coração quieto e a caneta tampada.Caderno fechado.Aproveito que o computador pifou e as teclas estão caladas.Juro que não irei ligar, gravar, nem tagarelar no celular, nem digitar ou até mesmo usar figurinhas ou emojis.Declarar sentimentos? Hoje não.Amanhã, talvez.Sem promessas. Sem juras!Ela não vai deixar de ser […]
Descarinho
Posted: 19th janeiro 2026 by Denys Presman in Crônicas, frases, PoesiaTags: amor, crônica, poesia, vida
Tweet por Denys Presman O descarinho é uma medida do foda-se.É vizinho de porta do descaso e primo irmão do desleixo. Descuido de tantas maneiras. É dessabor. É acordo quebrado. É dar espelho por riquezas. É feio. É triste.É, acima de tudo, pouco. Quem pouco dá, uma hora também deixa de receber, em um ciclo […]
Ghosting
Posted: 22nd novembro 2024 by Denys Presman in Futebol, PoesiaTags: ghosting, poesia, vazio
Tweet por: Denys Presman O silêncio é uma resposta que não aceita contraponto. Um jogo de esconder que obriga o outro ao barulho. Aos berros. Gritos que imploram por comprovar que ainda tem alguém ali. Emudece o outro, que desaparece por completo com o tempo. O compromisso é com o descaso que vem em forma […]
A beleza do olhar, ou por outra, quem deixou o bêbado escrever…..
Posted: 3rd abril 2022 by Denys Presman in PoesiaTags: bêbado, bebida, mulher, poesia
Tweet Trabalho com a beleza do olhar.Do seu olhar.Desconecto.Discordante.Desconcertante. OlhaDúvidaBrilhaConvida.Mas não diz sim. Não!Olha pra mim.Olha pro lado.Olha.Pisca. Reluz.Luz. EscureceAmanheceBebeDe novo.Duvida.Mas… O olhoOs olhos..Sorrisos.Os risos.Só pensamQue bom que vim. E assim, brilha o uísqueDesce o uísqueViva o uísqueE pelo próximo drink continua.E sempre… Tweet
E por falar em saudade…
Posted: 14th maio 2019 by Denys Presman in PoesiaTags: amor, poesia, saudade
Tweet por Denys Presman Sabe o significado de saudade?Não é fácil, nem simples.É um vazio no peito e uma coceira na mente.É olhar e não ver. Mas sentir que estava ali.Perceber um cheiro, ouvir uma voz que não existe naquele momento.Ver uma miragem e torcer pra não evaporar.É esvaziar um pouco a vida.É desejar.A saudade […]
O tempo
Posted: 30th outubro 2015 by Denys Presman in Filosofia, PoesiaTags: poesia, sentimento, tempo
Tweet Tento entender o tempo, mas ele está sempre a minha frente. Olho pra trás e já passou. Sigo adiante. Ainda falta. Paro um instante, respiro. Entendo por um segundo. Passa. Foge logo. Longe. Já é amanhã. Depois de amanhã. Depois de depois de amanhã. E de repente volta, pra desespero, o ontem. Que me faz […]
Um refil pelo amor de Deus
Posted: 10th março 2011 by Denys Presman in PoesiaTags: caneta, escrita, poesia
Tweet Um passo a frente, um passo atrás, a vida humana não me satisfaz. Mas não ando com as pernas, ando com as letras. Os meus lábios são canetas que assinam uma confissão. Ainda não, ainda não. Faltou tinta. * Denys Presman é apenas jornalista e brasileiro. Gostou? Comenta, compartilha, divulga! Tweet
Rascunho de uma poesia
Posted: 8th fevereiro 2011 by Denys Presman in PoesiaTags: arte, escrita, papel, poesia, rasura
Tweet Instintivamente, escrevo Com a caneta, num rascunho num rascunho que, antes vazio, agora borrado, contempla a minha rasura. São apenas poucos garranchos manchando e pim pintando o papel branco com vida. O pobre rascunho é Que sonha virar arte final, Um papel branco borrado Muitas vezes subestimado Mas com uma chance sem igual. O […]