Por Denys Presman
Na escolha sagrada do manto de cada dia, não se faz santa, apenas se consagra.
E assim, em oração, que seja feita a sua vontade, seja na terra, seja no mar.
Não perdoa nossos devedores e paga, com sanha, todas as nossas dívidas. Mesmo as impossíveis.
No Maraca, choro, riso, devoção.
Seu dogma é vencer, vencer, vencer.
É festa.
No gol, é multidão.
É única! É povo… nação!
Trajada em rubro-negro, deixa o mundo menos preto e branco, pintando com um amor que não passa, e que nos apoia mesmo no nosso pior momento.
Ela não vive o Flamengo,
Ela é o Flamengo.
Assim como nós.
Amém.
